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 Nova entrevista do DD

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Mimilla

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MensagemAssunto: Nova entrevista do DD   Qua Out 29, 2008 2:08 pm

O site da Gloss trouxe uma nova entrevista do DD. Segue abaixo:

"David Duchovny - Um galã em mutação

Por: Harold von Kursk, de Los Angeles


Durante nove temporadas, o galã David Duchovny procurou respostas às persistentes inquietações do emburrado agente Mulder na série “Arquivo X”. Na vida real, andou igualmente preocupado com questões existenciais sobre amor e relacionamentos. Formado pela Universidade de Princeton e fazendo doutorado em literatura inglesa em Yale, filho de um intelectual ativista, ele se sentia um pouco deslocado como astro de TV em Hollywood. Até que encontrou uma mulher com dotes intelectuais comparáveis, a atriz Téa Leoni. Desde então, diz, sua vida se tornou “mais significativa”. O solteirão que namorava todas garante que, em onze anos de casamento, virou um sujeito bem mais feliz. Antes do fechamento dessa entrevista, o ator continuava casado com ela, mas no meio de outubro declarou a separação da atriz. Profissionalmente, o céu está se abrindo para ele. Seis anos depois do fim da série Arquivo-X, Duchovny ainda vive rodeado pelo status cult de ter vivido o emburrado agente Mulder. E nunca conseguiu se livrar direito desse fantasma - tanto que está no segundo filme inspirado na série “Arquivo X: Eu Quero Acreditar”, em cartaz no Brasil. Mas, aos poucos, vai se libertando. Conseguiu um novo público e abocanhou um Globo de Ouro com a série Californication, na qual vive um engraçadíssimo romancista torturado que vira playboy de Hollywood.

Uma das maiores constantes em sua vida tem sido seu casamento com Téa Leoni. Como essa experiência mudou você?
Sempre tive pavor de me comprometer - e da responsabilidade que vem de se casar e criar filhos! É um sentimento que muitos homens não gostam de reconhecer, mas está lá e você tem de se acertar com ele. Mas Téa me tornou muito mais consciente do quanto um relacionamento pode realmente ser significativo, bonito, bacana. Levei anos para apreciar corretamente e sentir como era bom estar com ela - e como esse laço entre nós poderia evoluir e ficar mais profundo.Estou muito, muito feliz de ter encontrado uma mulher como ela - que me deu tanto amor, que é tão tolerante com tudo que fazemos como família. Ela tornou muito mais fácil e mais interessante para mim o processo de criar nossos filhos. Estar com ela foi um acontecimento muito profundo. Meu casamento é a melhor coisa que já me aconteceu.

Antes de casar, você cansou de falar sobre as dificuldades de manter um relacionamento. Você se surpreende por seu casamento ter virado uma grande história de amor?
Encontrar a parceira da sua vida é como ganhar na loteria. As probabilidades estatísticas são quase as mesmas. Então achar Téa - e o fato de ela gostar de mim -, é um acontecimento incrível. O ceticismo e os temores que tive quando mais jovem sobre manter um relacionamento quase desapareceram. É muito confortador para mim, em muitos níveis, sentir que nós construímos alguma coisa em nossa relação e que ela continua se aprofundando. Você vê tantos casais seguindo na outra direção que precisa aprender a viver com essa realidade deprimente sobre relacionamentos. Então, a resposta à sua pergunta é (risos): sim, estou surpreso e pasmo por ter sido capaz de fazer isso funcionar!

Tem outro filme Arquivo-X em cartaz... É muito estranho para você voltar a seu alter ego Mulder?
Jamais vi Mulder como meu alter ego! Ele não é um sujeito muito feliz ou alguém que eu queira imitar. Mas tenho grande respeito por seu grau de persistência e dedicação. Ele tem dimensões heróicas. Não desiste! Há muita coisa a se admirar nesse homem (risos). O meu desafio permanente é introduzir humanidade nele, é colocar humor ou trazer interesses secundários, tornar esse personagem tridimensional. Fiquei muito contente de estar de volta à cabeça de Mulder, mais até do que esperava. No filme estão presentes os mesmos temas que estão na essência da série, todas as idéias e questões que levantamos, o relacionamento entre Mulder e Scully e como isso evoluiu desde que os vimos pela última vez no episódio final da série. São duas pessoas que compartilham um romance cerebral e são apaixonadas pela mesma coisa.

Você manteve em contato com sua parceria Gilian Anderson, a agente Scully, durante esses anos?
Claro! Gillian se mudou para a Inglaterra há muitos anos e nós criamos o hábito de nos telefonar e escrever cartas. Quando soubemos que íamos rodar o filme, ficamos ansiosos para nos reencontrar . Também ficamos muito curiosos de saber qual seria a reação do público de ver Scully e Mulder juntos novamente, seis anos depois que a série terminou. Estávamos muito empolgados para fazer esse filme e explorar o que achamos que é o coração da história: a relação entre Scully e Mulder.

Você está trabalhando na série “Californication”. Relutou em voltar à TV?
Eu não pretendia fazer outra série... Mas ela surgiu e o personagem que eu faço pareceu tão interessante que não pude resistir. Minha mulher odiou o personagem (risos)... Mas eu achei que podia transformar o sujeito de misantropo chauvinista em alguém que recupera sua atitude moral. Essa foi a coisa mais intrigante sobre esse sujeito que é infeliz com tudo em sua vida e tende a ser cruel com todas as mulheres... A série me fez lembrar das grandes comédias dos anos 1970 como “Xampu” e “Amantes em Veneza”. Então eu achei que compreendia esse cara e poderia torná-lo dramática e psicologicamente interessante para mim e para o público. A série também tem textos muito bons, fora as idéias que ela lança sobre vida e relacionamentos.

E você acabou conquistando o Globo de Ouro pela interpretação do escritor Hank...
O que mais me agrada é que eu acho que as pessoas apreciaram minha habilidade de fazer um tipo de personagem mais humorístico. Depois de fazer “Arquivo X” por tantos anos, eu me sentia meio preso àquela imagem de sujeito muito sisudo, emburrado. Agora, quando ando por Los Angeles, as pessoas gritam para mim “Hank!” em vez de “Ei, Mulder, viu algum extraterrestre hoje?”

Como você é como pai?
Eu me vejo muito mais envolvido com meus filhos do que meus pais eram quando estavam criando a mim, meu irmão e minha irmã. Os pais de hoje são ligados muito mais intensamente à formação de seus filhos. Você se preocupa com escola, dieta, os tipos de informação que seus filhos estão recebendo, as habilidades sociais... Então, a atual geração de pais é toda “micro-gerir” as vidas de seus filhos! (risos) Eu me preocupo o tempo todo com eles. Em especial com minha filha, desde que ela esteve hospitalizada com pneumonia. Fico apavorado toda vez em que ela pega um resfriado!

Seu pai morreu há muitos anos quando você estava trabalhando em seu primeiro filme como diretor. Como lidou com essa morte?
Nós tivemos um relacionamento complicado. Foi só perto do fim de sua vida que nós conseguimos resolver uma porção de questões e comecei a me sentir próximo dele. Por isso, foi um momento muito triste para mim quando ele morreu – eu senti que nós poderíamos ter tido muito mais discussões interessantes e passar muito mais tempo juntos... E agora eu me pego fazendo coisas e me comportando como meu pai faria. Quando leio para meus filhos, percebo que estou lendo para eles exatamente como meu pai lia para mim!"

Fonte:Gloss
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