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 FanFic: Natal em Branco

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Mimilla

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MensagemAssunto: FanFic: Natal em Branco   Qua Dez 24, 2008 3:41 pm

SÉRIE: Arquivo X
TÍTULO: Natal Branco
AUTORA: Mimilla Firth
SUMÁRIO: É tempo de Natal, que tal relembrarmos algumas coisas boas de um vida tão complicada?
CLASSIFICAÇÃO: LIVRE, com um pouco de MSR e MulderPOV.
DISCLAIMER: Não são meus, mas quem sabe Papai Noel não me dá esse presentão... afinal, eu fui uma boa menina este ano!!! (hihihi)
AVISO: Essa fic é bem pitititica, ou seja, super-hiper-pequena mesmo.
FEED: Sempre.
NOTA: A todos aqueles que ainda acreditam que o Natal é mágico. Por isso sinta-o e deixe-se levar pelo clima de Jingle bells... Feliz Natal, galera?!
HO HO HO HO HO HO HO HO HO HO HO HO HO HO HO HO HO HO HO HO HO HO HO HO
Washington D.C.
Georgetown
25 de dezembro de 2006
03:23 am
Era madrugada. A neve caía suavemente lá fora sobre os olhos de Mulder, que próximo a janela, pensava sobre esses anos de tantas mudanças na sua vida.
"O Natal era sempre um dia evitado por mim, pois sempre me trazia recordações sofridas sobre a minha irmã. Antes dela ter ido, era tudo muito bom, festejavamos de acordo com o judaismo. Eu sempre me lembrava da cara de felicidade de Samantha ao abrir os presentes no Chanukah. Depois que ela se foi, não havia mais necessidade de comemorar. Até os aniversários eram esquecidos.
A partir daí eu nem pensava em Natal ou no que esta data representava. Em Oxford eu me trancava no quarto nessa época do ano e so saía na véspera do ano novo. Eu tentava esquecer, mas todos os anos era a mesma coisa, as lembranças me remoíam e eu acabava lembrando de Samantha e de todo desgraça que era a minha família.
Era um tempo escuro, mesmo com Pheebe e Diana eu não sentia o 'espírito natalino' me invadir. Elas tentavam, mas eu era irredutível. Não aceitava e elas preferiram passar com suas respectivas famílias. Eu não me importava, afinal eu não tinha nada para comemorar. Essa escuridão só foi melhorar quando conheci Scully.
Eu não imaginava que alguém pudesse mudar tanto a minha vida. Começou com uma simples lembrança no primeiro ano de nossa parceria, em que tive que retribuir logo, indo na véspera do Natal em um shopping só para lhe comprar algo, que eu não tinha a mínima idéia do que ela gostava. Mas como sempre, ela me sorriu e me abraçou, desejando Feliz Natal. E assim foi todos os anos.
E foi assim que eu percebi o quanto a ausência dela me afetava. Na época do câncer dela, eu só queria dizê-la o quanto a amava... mas a minha covardia de perder nossa amizade me fez calar. Doía muito. Dois anos depois, eu consegui que ela fosse comigo a uma casa mal-assombrada. Depois daquele episódio com o casal fantasma, que me deram dicas importantes, díga-se de passagem, eu queria lhe dizer, mas não conseguia. E quando fomos nos despedir, como de costume, eu não resisti e lhe beijei. Ela ficou perplexa, mas me beijou de volta. Mais uma vez lhe desejei Feliz Natal e ela me sorriu. Eu sabia que aquele ia ser o último Natal que eu passaria sozinho.
Os anos seguintes foram necessários para trabalharmos o nosso relacionamento. Diana apareceu novamente e quase acabou com nossas vidas. Se não fosse o ano novo de 2000 eu acho que Scully nunca baixaria a guarda novamente. Tanta coisa pra dar errado, tanta coisa que nos impedia de ser felizes, mas... ficamos juntos. Depois de brigas, tiros, abduções, dúvidas, separações, fuga e ascenção, nós conseguimos ficar todos juntos novamente.
Eu, você e nosso filho, Willian. Já são quatro natais juntos, com muita felicidade e desafios. Scully, eu que já tinha desistido de encontrar 'meu outro perfeito', vc veio e simplesmente me encheu de vida e esperança. Você sabe o quanto sou grato por ter transformado minha vida no que é, até naqueles momentos que eu pensei em desistir e afastá-la de mim... que bobagem minha, você nunca se afastaria totalmente, pois já era parte da minha alma."
Uma mão tocou-lhe o ombro e ele já sabia de quem se tratava. Com um sorriso, ele se virou a puxando para um abraço e um beijo na testa.
- Senti sua falta na cama.
- Desculpa. Não conseguia dormir. - Ele falou dando-lhe um suave beijo na testa.
- Por que não me acordou?
- Roncando do jeito que vc estava... - Ela sorriu da piada dele. - Vc estava cansada e achei melhor te deixar dormindo.
- Você deveria ter me acordado... eu não estou tão cansada assim.
E mal ela havia terminado de dizer a última sílaba e um grande bocejo tomou conta do seu semblante, para o sorriso de Mulder.
- Realmente, Scully, você não sabe mentir... - disse sorrindo. - Venha vamos para cama.
- Não. Vamos ficar aqui no sofá... era uma tradição da família Scully ficarmos até o amanhecer.
- Tudo bem.
Eles foram até o sofá e se deitaram observando árvore de natal que estava perto. Este ano eles tinham caprichado, a árvore estava coberta por bolas coloridas e pequenos laços vemelhos e dourados. O pisca-pisca dava a vida necessária para aquela árvore brilhar e a estrela dourada no topo era o toque final. Mulder respirou fundo sentindo o cheio e o calor da sua eterna parceira, que levantou a cabeça e lhe sorriu. Ele olhou para ela sério e lhe tocando o rosto com os dedos, ele disse:
- Você sabe que eu sempre vou ser agradecido por você estar aqui, na minha vida?
- Eu sei, Mulder. Porque é o mesmo sentimento que tenho.
Ele lhe sorriu e deu um pequeno beijo suave nos lábios.
- Você acha que ele gostou desse Natal?
- Ainda duvida? Ele quase não cabia em si mesmo. É tão bom ver o sorriso dele daqule jeito. Acho que mais tarde nós teremos outra sessão de risos e gargalhadas do William.
- É vamos ter sim. - ele falou sorrindo.
- Ainda tem medo por ele, não é Mulder?
- Não é medo. Temos um filho maravilhoso, Scully. Eu sempre soube que ele voltaria para nós, cedo ou tarde. Mas ainda desconfio que alguém esteja fazendo planos para fazer a Colonização novamente e...
- Mulder... - disse Scully levantando o rosto novamente. - Deixa de paranóia. Você viu o que o John e a Monica disseram no jantar. Não há mais pistas ou vestígios sobre o projeto, que estamos seguros agora.
- Eu sei, Scully. Mas...
- Nada de mas. É Natal e daqui a algumas horas, o nosso filho vai acordar e vai querer abrir os presentes.
- Eu sei, eu sei... - Ele abraçando-a mais forte.
- Mulder...
- O quê?
- Feliz Natal.
- Feliz Natal.
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
Washington D.C.
Georgetown
Manhã de Natal
Um par de pantufas de "pernalonga" caminhavam sorrateiramente pelo corredor do apartamento. Abrindo suavemente a porta do quarto dos pais, Willian viu que ninguém estava na cama e um pensamento lhe surgiu, "será que já estão abrindo os presentes?" Correndo para a sala, ele viu seus pais dormindo juntinhos no sofá. Sorrindo, ela passou a mão na testa e correu para o sofá, acordando Mulder.
- Bom dia, Will. Feliz Natal, filho.
- Oi, papai. Feliz Natal. - disse o garoto. - Posso abri meu presente?
- O que acha mamãe? - disse Mulder para Scully, que ainda tentava dormir.
- Deixa mamãe, deixa!!!
- Vocês acordam tão cedo... - disse Scully se acordando e virando para olhar o filho. - Só se me der um beijo primeiro.
- Claro. - disse o menino sorrindo e pulando pra cima do sofá.
- Espera Will. - disse Mulder se sentando. - Não sei como esse sofá aguenta...
O som de risadas ecoaram pela sala naquela manhã a medida que eles abriam os presentes. Depois de tanto sofrimento e desespero, a felicidade reunia aquela família e lhe dava mais um bom motivo para viver. E nada como o Natal, coberto de neve, para mostrar àquela família que eles eram mais fortes do que imaginavam. E assim a tradição dos Mulders continuava.


HO-HO-HO The End HO-HO-HO
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Dana

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MensagemAssunto: Re: FanFic: Natal em Branco   Qui Dez 25, 2008 6:21 pm

OOOOOOOOOOOOhhhhhh Que lindo!!! Pantufas de pernalonga Very Happy:D:D:D
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